Archive for the ‘Culturete’ Category

Momento culturete – Garden Now no Viga

25/10/2010

Na semana que vem estréia a nova temporada de Garden Now, um monólogo cômico sobre um jardineiro que toma remedinhos, no dia 05/11, no Viga Espaço Cênico.

Com texto e direção de Adriana Azenha, o monólogo conduzido por David Carolla narra algumas horas na vida de um homem que, aprisionado em seu apartamento/jardim, discute aspectos do cotidiano com suas flores.

A novidade para essa temporada é que a companhia disponibilizará venda de ingressos pela internet. O serviço, sem taxa de frete ou de retirada, poderá ser utilizado por meio de pagamento com cartão de crédito, débito ou transferência bancária e o ingresso poderá ser impresso em casa ou retirado na bilheteria. Nos dias de espetáculo as vendas pelo site se encerrarão às 18h.

A peça é excelente, divertida e inteligente. Vale a pena não só pelo belo texto, mas, principalmente, pela ótima performance de David Carolla.

Imperdível! O serviço segue abaixo e os ingressos podem ser comprados pelo site www.azenhadeteatro.com.br.

Beijos!

Garden Now – Solo para um ator e cinco flores

Quando: de 05 de novembro a 10 de dezembro de 2010 – sextas-feiras

Onde: Viga Espaço Cênico – Rua Capote Valente, 1323 – Acesso pelo metrô Sumaré (linha verde)

Telefone: 3801-1843

Horário: 21h00

Entrada: R$ 20,00 (inteira) / R$ 10,00 (meia)

Duração: Aproximadamente 1 hora

Ingressos especiais para a imprensa: (11) 9419-8449

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É amor.

09/06/2010

Me apaixonei. Adoro quando isso acontece. Adoro acordar numa, sei lá, quarta-feira, inspirada o suficiente por outras coisas e por outras pessoas. Aliás, tenho sentido muita falta disso no atual momento. Minha obsessão pelo estilo em detrimento da moda, inclusive, nasceu exatamente dessa minha insatisfação com a mesmice. A moda, essa da passarela, de fashion weeks, de wish lists, não me inspira mais. Mas o estilo, a arte do bem vestir e a maravilha da atemporalidade, isso sim, me encanta!

Estou tendo um caso de amor com a L’occitane. Confesso que achava que era marca de mãe, sabe? Até ganhar alguns presentes e ficar irremediavelmente viciada. Eu gosto de cosmético que funciona, gosto de ver resultados. Nada me frustra mais do que passar dias a fio aplicando e reaplicando um creme para ficar com as mesmas manchinhas depois de um mês de tratamento.

Tudo o que eu testei dessa marca por enquanto tem se mostrado super eficientes. São caros, mas se pagam. O cheiro é fantástico e a textura dos produtos obedece rigidamente à descrição do rótulo. Odeio comprar um creme que se diz loção, mas que queria ser fluído. As fragrâncias são duradouras e limpas, ou seja, não tendem a mudar durante o dia. E a melhor parte: nenhum dos produtos deles é testado em animais.

Não tenho nenhuma gota de hipocrisia no corpo para fingir que eu sou algum tipo de tree hugger muito menos pseudoambientalista, mas eu tenho um lance com animais que mexe comigo. E há alguns anos eu assumi o compromisso – comigo mesma – de não utilizar produtos que usam bichinhos como cobaias. Poupando o tempo de algumas pessoas: eu não sou cientista e não vou entrar em nenhum debate sobre essa posição. Hehehe!

O que me leva ao segundo amor recém-descoberto. Eu me apaixonei perdidamente por uma pessoa. Não sei como ela se chama, mas ela me inspira em vários sentidos. Me inspira a refletir sobre o meu comportamento e sobre os meus hábitos mais automáticos. Li ontem à noite um texto sobre o uso de peles no blog De Chanel na Laje e passei o resto da madrugada devorando o blog inteiro. Simplesmente sensacional, com ênfase nas duas palavras. 

Resumindo, porque hoje eu to meio aérea mesmo (pouco tempo de sono misturado com stress no trampo tendem a ser um combo bombástico na minha sinapse): Não deixe de visitar o De Chanel na Laje e leia os posts sobre peles (esse aqui) e sobre a Daslu (autora cujo nome eu desconheço: parecia que vc estava dentro da minha cabeça) – (esse aqui). E não deixe de passar na L’occitane para fazer um agradinho ao seu nariz.

Quando você estiver por lá, dê uma atenção especial ao Leite Corporal de Lavanda e ao Leite Corporal de Rosas (mais ou menos R$ 90,00 cada um). Teste o Creme de Mãos de Karité (R$ 37,00, o pequeno) e o Eau de Toilette de Mel e Limão (R$ 185,00). Mas minha dica definitiva é o perfume sólido de Flor de Cerejeira. O cheiro é um encanto e ela vai para todos os lados sem correr o risco de vazar, quebrar, estourar… E custa R$ 35,00.  

Aliás, vou adicionar mais um item à minha lista de promessas: um post sobre os perfumes sólidos. Vai chegar logo depois do da Dita!

Beijos in love…

Artigo

08/06/2010

A arte de andar de salto alto

(ou como ser feminina sem perder a força)

Eu admito que reparo em coisas completamente esdrúxulas. Às vezes eu acho que enlouqueço o meu namorado com os meus comentários excêntricos e observações inobserváveis aos outros seres humanos. Mas o negócio é o seguinte: eu me considero uma espécie de antropóloga da estética, uma estudiosa do comportamento humano e da ferramenta que nós usamos para demonstrar e refletir nossa personalidade, desejos e, por que não, humor ou falta dele.

E foi num desses surtos que eu tenho, assim rotineiramente, que eu observei uma moça caminhando pelo corredor aqui do escritório. Confesso que se trata de uma menina bonita e razoavelmente bem arrumada. Acho que se eu não a conhecesse e batesse os olhos sobre ela pela primeira vez, iria achá-la totalmente digna de reparo. Taí o problema: a eficácia da ferramenta é totalmente dependente do modo em que ela é empregada.

Explico: andar de salto alto é uma arte. A engenharia de um stiletto alinha a postura, enrijece os músculos da perna, empina o bumbum e confere um ar imediato de elegância a qualquer produção. Mas isso não adianta absolutamente nada se você marchar por aí como se estivesse com pesos de porta presos aos pés.

Vejo isso o tempo todo na rua. Se você ainda não aprendeu a caminhar de salto alto como se estivesse descalça, te ofereço duas opções: pratique até aprender ou aborte o uso e assuma as sapatilhas e flats em geral com orgulho. Porque, acredite, poucas coisas são tão notórias quanto um andar eqüino. Trotar feito um pônei por aí destrói não somente o sapato que você se esforçou para comprar, mas arruína o efeito de sensualidade proposto pelo salto, bem como a sua auto-estima.

Voltando à minha colega. Tenho observado que as mulheres pecam cada vez mais pelo excesso. Citando a minha amada e idolatrada Dita von Teese, a verdadeira sensualidade mora na discrição, e não na exposição, como se vê hoje em dia. Ela andava pelo corredor como se estivesse pisando nas coisas mais odiosas do mundo, tamanha era força que ela aplicava contra o chão. Com uns passos pesados, ombros e braços rígidos, o peito empinado no melhor estilo pomba e cara fechada. Ela é mesmo muito bonita, mas o mundo só reparou na grossura daquela marcha.

Dita von Teese

Sabe por que eu acho que andar de salto alto é uma arte? Porque o stiletto representa a graça feminina. Os homens jamais conseguiriam montar um escarpin porque não têm o traquejo natural de movimentos que nós temos. E quando eu vejo uma moça destruindo a beleza de um salto, penso que estamos cada vez mais fadadas a perder a leveza. Não sei exatamente porque caímos nessa armadilha, mas eu sou uma daquelas pessoas cheias de esperança que acredita que ainda vamos ver uma enorme reviravolta nessa mania besta.

Então, eu aproveito a minha digressão para dar uma diquinha culturete. Os queridíssimos aqui do meu trabalho me deram de presente de aniversário o livro “Burlesque and the art of the teese”, escrito e produzido pela Dita von Teese. Nele, ela conta a história do burlesco e do fetiche e faz um ensaio fotográfico sensacional. É uma lição, das mais lindas, sobre como ser feminina sem perder a força, ou, nas minhas palavras, uma lição sobre a arte de andar de salto alto.

"Burlesque and the art of the teese"

Beijos!

P.S.: Se você quiser comprar o livro, o melhor preço é da Fnac (clica aqui). Ainda vou fazer um post só sobre a Dita, prometo.

Especial: LAB Entrevista

02/06/2010

Queridos! Justifico minha breve ausência porque era semana do meu aniversário, e eu comemoro bodas que nem carnaval!

Mas retornamos em grande estilo, com uma entrevista especial com Susana Barbosa, editora de moda da Elle, uma das publicações mais conceituadas da área. Agradeço muito à Susana pela oportunidade, e à Flávia Tartarella pela ajuda!

Enjoy!

Ter informação de moda é diferente de estar na moda. Para você, o que é ter estilo?

Pra mim estilo não tem nada a ver com tendência, portanto não acho nem tão importante ter informação de moda para ter estilo. Isto é, depende de que tipo de informação. Há pessoas que nem ligam pra moda e, no entanto, têm estilo. Acho que depende mais de ter cultura e visão. Também não acho que o estilo esteja necessariamente ligado ao bom gosto. Carmem Miranda era dona de um estilo ímpar, ainda que não possamos classificar seu estilo dentro dos códigos de bom gosto vigentes. Estilo tem a ver com auto conhecimento e vai além da moda. É importante se conhecer, saber o lugar que você ocupa na vida, o tipo de pessoa que é e o tipo de vida que tem. No fim das contas é tudo uma questão de personalidade. E é difícil construir um estilo próprio, por isso não encontramos pessoas estilosas com facilidade. Um bom exemplo de gente que tem estilo sem seguir à risca os mandamentos da moda são as francesas, sempre clássicas e discretas.

Todo mundo gosta de estar a par das tendências. Como podemos evitar o risco de virar “fashion victims”?

É preciso ter controle mesmo. Geralmente a fashion victim é quem não se conhece, quem usa o que está na moda sem mesmo ter consciência de que aquilo lhe veste bem. E geralmente a fashion victim é uma consumista destrambelhada. Compra tudo o que vê pela frente, sem o menor critério. Alguém badalado usou ou saiu numa revista, ela logo quer um igual. Acho deprimente! Geralmente essas pessoas investem tanto dinheiro e energia nisso e, no fim, nunca alcançam o objetivo, que é ter estilo próprio. Para evitar isso, olhe dentro de si, e não fora. Se possível invista alguns anos e dinheiro em sessões de psicanálise, ou terapia.

Em sua opinião, quais são as peças básicas que devem existir em todo o guarda-roupa?

Jeans escuros são atemporais, um casaco preto de uma lã de boa qualidade é para sempre também, um tricô de cashmere, um vestido de festa (eu gosto dos que parecem camisola antiga. Não são um básico, mas estão sempre na moda), uma bota de montaria, uma legging preta, uma bolsa boa (preta, que vai com tudo), regatas de malha de cores neutras para o verão. Acho que essas peças são fundamentais para qualquer pessoa.

Acessórios são parte essencial de um look bem composto. O que você sugere para o inverno?

Eu gosto desse mood meio rocker porque ele deixa qualquer look mais moderno e jovem. Você pode usar um casaco de lã mais careta que, se misturar com uma bolsa ou uma ankle de tachas ou spikes, já ficará mais atual.

Susana Barbosa é editora de moda da Elle Brasil

Artigo

10/05/2010

Porque eu amo a Michelle Obama

(ou o que é ser uma mulher pós-moderna)

A eleição de Barack Obama ao cargo político mais influente do mundo não foi uma quebra de paradigmas restrita a política americana e à luta pela igualdade racial. Enquanto ele se tornava o primeiro presidente negro, sua esposa, Michelle Obama se tornava a primeira-dama.  

Acho o termo “primeira-dama” uma coisa muito curiosa. A eleição do seu marido a um cargo político, independente de qual seja, não te qualifica a absolutamente nada, visto nosso exemplo tupiniquim. No entanto, Michelle Obama está longe de ser somente um acessório vistoso e mudo ao lado do seu esposo.

Advogada formada com honras e pós-graduada pelas melhores instituições de ensino dos Estados Unidos, ela é considerada uma profissional brilhante. Durante sua carreira, ela buscou levantar fundos para uma instituição sem fins lucrativos que visa auxiliar jovens desempregados a entrar, e se manter, no mercado de trabalho. Segundo a própria instituição, a campanha liderada por Michelle manterá o caixa funcionando no azul por mais 12 anos.  

O próprio Barack Obama, em diversas oportunidades, confirmou que ela foi sua mentora durante os anos em que trabalharam juntos e que nunca teve problemas com o fato de que ela ganhava mais do que ele (quase o dobro, dizem os especialistas). 

Antes de se tornar primeira-dama, Michelle conciliava dois empregos de alto escalão, duas filhas, uma casa e um marido. De salto alto. Elegância não é lá uma condição sine qua non para o mundinho da política. Salvo Carla Bruni e a rainha Rânia, a expressão criativa pelas roupas se resume à incrível inexpressão de uns terninhos mal cortados (alô, Hillary). Não para Michelle.

Alçada à condição de ícone pop, ela não esconde seu gosto pela moda e pela estética e não teme ser negativamente rotulada por suas escolhas inspiradas e criativas. Michelle já foi eleita uma das mulheres mais bem vestidas do mundo por quase todas as publicações especializadas e, obviamente, pelo voto popular. No entanto, a diferença entre ela e suas concorrentes é que Mrs. Obama faz tudo sozinha, sem ajuda de personal stylist e sem grandes estilistas por trás do seu closet. Ela tem lá a sua cota de Calvin Kleins e Narcisos Rodriguez, mas também usa Target, H&M e Zara sem medo de ser feliz.

E foi com essa mesma autenticidade que ela abandonou sua carreira para acompanhar o marido na empreitada com destino à Casa Branca. Em minha opinião, somente um dos fatores que a tornam ainda mais incrível: Eu amo a Michelle Obama porque ela é a verdadeira representação da mulher pós-moderna.

As mulheres de três ou quatro gerações anteriores à atual eram validadas por suas habilidades culinárias e capacidade de serem boas esposas. Já as adultas dos anos 80 validavam-se por sua disposição a agir e pensar como homens. Trata-se de uma geração forçada a acreditar que sucesso está necessariamente ligado ao desapego dos valores femininos, mulheres que foram coagidas a pensar, por exemplo, que maternidade e carreira são fatores excludentes e incompatíveis.

A mulher pós-moderna, como Michelle Obama, não precisa de um marido para sobreviver, mas vive com ele porque quer. Ela se cuida porque se gosta e não tem problemas em abrir mão de um salário cheio de dígitos para ajudar o homem da sua vida a alcançar um sonho. Sabe por quê? Porque ela tem plena consciência que vai conseguir outro salário milionário assim que tiver vontade.

Eu amo a Michelle Obama porque, pra mim, ela personifica tudo o que eu acredito que o termo “primeira-dama” carrega. Porque ela é competente, inteligente, bem sucedida e bem educada sem abrir mão da sua feminilidade. Porque ela se recusa a ser um acessório a um homem importante ao mesmo tempo em que apóia e respalda o homem que ama.

No ano passado, o Congresso americano aprovou a Lei da Remuneração Igual, que obriga as empresas a equipararem os salários pagos a homens e mulheres. Foi um passo histórico na nossa longa busca pelos direitos iguais. A lei foi aprovada depois de um brilhante discurso feito por Obama aos senadores. Barack Obama, você pensou? Não, Michelle Obama. O verdadeiro modelo de mulher pós-moderna.

Promoções que valem o seu tempo!

07/05/2010

Eu sou meio suspeita para falar dessas coisas porque eu adoro um concurso! E quero te indicar dois concursos com prêmios muuuuito bacanas:

1. A Sacks abriu concorrência entre os blogueiros do mundinho da beleza e estética e está promovendo um concurso que vai levar você para Nova York com o seu blogueiro favorito para torrar mil dólares (cada um, importante) em comprinhas! Para participar, é só acessar o site da promoção (clicando aqui), se cadastrar e escrever a sua declaração de amor à Sacks. Daí você indica o seu blog favorito e torce! E indica a gente, né?! rsrs!!! Já pensou você e eu alucinando na Sephora da 5th Avenue??

2. A SkinMax, rede especializada em depilação a laser, está sorteando uma viagem para você e sua mamãe irem juntas a Paris! Para participar, entra no site da promoção (clicando aqui) e responde a pergunta.

Eu to participando dos dois e fazendo altos pensamentos positivos! Vai que eu vou pra NY e pra Parrrri no mesmo ano?!

Beijos e boa sorte!

Momento obrigada, senhor!!! Sephora no Brasil!

31/03/2010

Crianças, guardem esse dia porque esse é um momento histórico! Agora é pra valer: a Sephora chega no Brasil daqui a exatamente um ano!!!!! Ta bom que ainda vai demorar, mas pra quem esperou 25, o que é um ano???

Prateleira de batons na Sephora

Para quem não conhece a Sephora, ela é o templo de toda a alegria do mundo. Trata-se de uma mega store que vende todas as principais marcas de cosméticos do mundo. Além de disponibilizar uma marca própria, que é sensacional.

Quer esmalte?? Tem na Sephora!

Bom, eu poderia passar horas me derretendo, mas, para concluir: além de promover a felicidade no mundo, a Sephora lançou um livro muito mega bom sobre make e cuidados com a pele e o cabelo. Vale a pena procurar, porque ele vai do básico ao avançado, é super fácil de ler e as dicas são excelentes! Vai lá na Amazon dar uma olhada!

Livro

Agora só falta uma H&M, né?…

Beijos e bom dia!!!

Sorteio no LAB!

28/03/2010

Queridos, estamos patrocinando um sorteio para saber quais são os seus assuntos favoritos no nosso blog. Para participar, é só responder à enquete abaixo! O seu e-mail já fica automaticamente registrado nos nossos super sistemas.

O prêmio vai ser um rímel power para as meninas, o Uplifting da Avon! Para os meninos ainda é uma incognita, porque o Bertti ficou de trazer e até agora, nada! Rsrs! Mas muita calma, ele vai aparecer!

Participem!!!

Beijos

Dica do dia: Tim Gunn

24/03/2010

Pessoas, pra quem não sabem quem é o Tim Gunn, é hora de descobrir! Na minha modestérrima opinião, ele é o topo da cadeia alimentar do mundo da moda, o top do top da elegância, assim, um mago da classe e do bem vestir.

Tim Gunn, meu oráculo!

Pronto, me acabei de elogios, mas é porque eu realmente acho que esse é um homem que tem coisas pra ensinar. Ele foi durante muitos anos o diretor da área de moda e criação da Parsons, é o consultor de Project Runway e apresenta o programa Tim Gunn’s Guide to Style, que passa todas às quartas-feiras na Discovery Home & Health.

Tim Gunn's Guide to Style, programa dele na Discovery Home & Health

Além de tudo isso, ele é o autor de um livro que eu acho que é must read pra quem gosta de moda ou pra quem quer aprender alguns passos simples para se vestir melhor e com personalidade, sem ser vítima da moda. O livro se chama A Guide to Quality, Taste and Style, e ele custa US$ 12,00 pela Amazon. Se você quiser comprar, clica aqui!

A Guide to Quality, Taste and Style, livro do Tim Gunn

Gente, eu acho esse livro tudo! Primeiro porque ele te ensina que se vestir bem NÃO significa torrar milhares de dinheiros em coisas que “estão na moda”, não significa trocar de guarda-roupa a cada estação e não significa mudar de personalidade só porque a sua não está “in”. Ele dá várias dicas sobre os tipos de roupa que se ajustam melhor a cada biotipo, da ótimas dicas para organizar o seu armário e te ajuda a densevolver um estilo próprio, aplicando vários exercícios durante a leitura.

Sabe aquela sua amiga que faz uma listinha de compras toda a vez que a Vogue chega na casa dela? Aquela que já comprou sapato fluo, vestido bandage, calça boyfriend e tudo mais que a Elle mandou, usou duas vezes e encostou no armário porque passou a fase? Enquanto ela acha que ta abafando, o Tim Gunn ta dizendo que ela ta é se acabando.

Ele é o maior adepto do lema Cheap is Chic e do Make it Work com o que você tem! Amo muito tudo isso!

É mesmo sensacional, eu já li uma vez e estou entrando na segunda, mas dessa vez eu quero aplicar todos os exercícios que ele propõe! Leiam e me contem o que vocês acharam e como funcionou pra vocês!!

Beijos